O BARRIGA enlouqueceu com as idéias do grande amigo Diego Trindade, companheiro de filosofia que Nietzsche, Espinoza e Hume gastariam horas de papo...
São 20:45. O espetáculo começa as 21. Você, o artista, se prepara em um camarim apertado. O Teatro já está aberto a duas horas e as pessoas ja se acomodam na platéia.
São 20:45. O espetáculo começa as 21. Você, o artista, se prepara em um camarim apertado. O Teatro já está aberto a duas horas e as pessoas ja se acomodam na platéia.
Alguns alí são os seus convidados.Outros não, mas vieram assim mesmo.
Outros deles você não conhece. São o obscuro "público espontâneo".
Os convidados você mesmo elegeu digno dos seus assentos, seja por condições emocionais, afetivas, intelectuais ou simplesmente condicionais. Eles são quem você conhece minimamente para ouvir as suas vozes e pensar que sabe o que estão dizendo. Esta lista pode variar, o único nome sempre presente é o seu. Você sabe que vai estar lá!
Os que não foram convidados você tentou excluir da lista, mas alguém da produção não pegou o recado. Esses, você também pensa que sabe o que estão dizendo.
O que o "público espontâneo" pensa é calculado a partir de uma pesquisa quase instantânea. Um tipo esquisito de IBOPE composto pela relação ente o quoeficiente de prazer com a sua obra, o senso comum e a ânsia de aprovação. (dizem que existe até um aparelho que mede isso!)
Antes de entrar em cena, durante e depois, você ouve a todos!
Mas a quem você quer agradar?
E lá do fundo da minha platéia Diego assiste a tudo. Não aprova e nem desaprova... Já está muito adiante no raciocínio...

Nenhum comentário:
Postar um comentário